O Seia Jazz and Blues arranca hoje para a 14ª edição. Este ano, para além de concertos, workshops e jam sessions, o festival vai levar o jazz às escolas do município de Seia com a ajuda da Big Band EPSE, formada na Escola Profissional da Serra da Estrela. Este projeto, com a direcção de Helder Abreu, é originado pelo Curso Profissional de Instrumentistas de Sopro e Percussão desta escola e promete abrir os ouvidos e corações destes jovens para o Jazz e os Blues.

No ano passado, mais de 750 crianças tiveram oportunidade de ter assim um maior contato com estas sonoridades musicais.

É, de resto, esta Big Band que irá dar o pontapé de saída para os concertos do Seia Jazz and Blues, actuando no cine-teatro da Casa da Cultura de Seia na quinta feira, seguindo-se um concerto do saxofonista e flautista espanhol José Nine, músico e professor, com uma longa e rica carreira. Os concertos são de entrada livre.
Na sexta feira, pelas 22 horas, Seia acolhe outro concerto de um músico espanhol. David Regueiro pisa o palco acompanhado do seu Swingtet. O músico espanhol, que combina as raízes ciganas com a influência jazz, vem apresentar o seu mais recente disco, Bird Lives!, dividindo o palco com mais quatro músicos, transformando-se num quinteto que não resiste ao Swing e ao Jazz Manouche.

No sábado, último dia do festival, é a vez dos portugueses The Greyhound James’ Band pisarem o palco para mostrarem um lado mais selvagem dos Blues. Pegam no rock clássico, misturam-no com o drama das bandas sonoras do género Western Spaghetti, os filmes italianos que celebrizaram Clint Eastwood, e transformam-no num espetáculo.
Ainda neste dia, pelas ruas de Seia, entre as 15h e as 21h, podemos ter a oportunidade de nos cruzarmos com recordações da Dixie Land, encenada por oito músicos, os Xaral’s Dixie, para quem o jazz é um modo de vida.

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Antena Livre

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