Antena Livre

Produção de vinho na região do Dão deverá cair 25%

O Instituto da Vinha e do Vinho perspetiva uma quebra na produção na ordem de 25 por cento na região do Dão. “A principal doença verificada nesta campanha foi o míldio, devido às condições climatéricas do mês de junho e julho (precipitação, orvalhos e temperaturas amenas), com perdas acentuadas de produção”, justificam os técnicos. A produção deverá rondar os 234 mil hectolitros.

A previsão de colheita aponta ainda para uma diminuição de 10 por cento na produção dos vinhos Terras de Cister, em muito influênciada pelo granizo do final de maio, pelas chuvas intensas de junho e por causa de uma onda de calor no mês de julho.

No Douro, o OInstituto da Vinha e do Vinho aponta para uma produção semelhante à campanha do ano passado. “Os ataques de míldio foram muito fortes, devido à instabilidade climática: muita humidade no solo provocou uma expansão vegetativa muito rápida, atrasando e dificultando os tratamentos fitossanitários. Junho e julho foram meses chuvosos, criando condições para a propagação desta doença”, esclarecem os técnicos, sublinhando que a vindima deve começar com um atraso de 10 dias face à média da região. “É esperada uma colheita de qualidade”, sublinham ainda.

A nível nacional, prevê-se uma quebra na ordem dos três por cento durante a colheita 2018/2019, fixando-se em 6,5 milhões de hectolitros.

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